segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Trunfo açoriano rejeitado


Ministério de Educação e Federação Nacional de Professores (Fenprof) não se entendem. No final da primeira reunião para negociarem o Estatuto de Carreira Docente (ECD), realizada no ministério, as posições de um e de outro eram totalmente opostas no que diz respeito à prova de ingresso na carreira de docente, à influência da classificação dos docentes no concurso de professores (propostas do ME) e à adopção do regime simplificado de avaliação semelhante ao aplicado nos Açores (proposta da Fenprof).
Para esta reunião, Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, trazia um trunfo na manga relativo à avaliação de desempenho dos professores, propondo a adopção do regime transitório já aplicado nos Açores.
“O ministério da Educação rejeitou as propostas apresentadas pelos sindicatos e as propostas apresentadas na Assembleia da República pela oposição, mas não conseguiu parar o clima de intranquilidade vivido nas escolas. Esperamos que agora aceite as propostas do próprio Partido Socialista”, começou por dizer Mário Nogueira, explicando: “Esperamos que o Governo do Continente aplique para este ano, a solução de avaliação adoptada nos Açores. Uma proposta que o Partido Socialista considerou positiva”.
A resposta do ministério, porém, foi peremptória. “Está fora de questão. Dissemos à Fenprof que não é só nesta matéria que estamos em desacordo com o Governo dos Açores. Daí ser um governó auntónomo”, afirmou Jorge Pedreira, secretário de Estado da Educação, sublinhando: “A Fenprof quando podia ter feito a proposta não o fez. Neste momento, a solução que está no terreno a desenvolver-se queremos que concretize melhores condições possíveis. Não faz sentido colocar essa questão”.

Fenprof propõe novo modelo de avaliação


O novo modelo de avaliação proposto consiste em:


- A eliminação da divisão da carreira entre titulares e não titulares e a redução do tempo necessário para chegar ao topo de 35 para 28 anos.


- A Fenprof quer que a carreira passe a ser composta por oito escalões com quatro anos de permanência em cada um e faz depender a progressão 'do tempo de serviço prestado e da avaliação de desempenho do docente'.



- Cada período de avaliação teria quatro anos, ao longo do qual o professor faria a sua auto-avaliação através da elaboração de um Portefólio Reflexivo da Avaliação do Desempenho Docente (PRADD) onde incluiria 'tudo o que considerar significativo no seu percurso'.


- A construção do PRADD é acompanhada pelo Grupo Disciplinar do professor, que deve reunir uma vez por trimestre.


- É ainda constituída uma Comissão de Avaliação do Conselho Pedagógico (CACP) que verifica se o PRADD espelha o trabalho feito pelo docente e tem palavra decisiva na nota final.


- No final de cada escalão, o professor, em conjugação com o Grupo Disciplinar, sugere a menção que julga merecer (Insuficiente, Bom ou Muito Bom), cabendo ao CACP validar ou não a proposta. - O modelo prevê ainda a avaliação externa da escola.



- O docente pode também optar por ser submetido a uma avaliação extraordinária, que prevê a observação de aulas, se quiser ter direito a um prémio monetário denominado suplemento de diferenciação, que permitirá receber no escalão seguinte o equivalente a metade da diferença salarial entre escalões. Para o conseguir, o professor precisa de ser avaliado sempre com Muito Bom pela CACP e pelo Grupo Disciplinar no que toca à observação de aulas.








sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Inquéritos: Alunos

Idade: ____ Sexo: ____


1- Que ano frequentas?

2- Estás dentro ou fora da escolaridade obrigatória?

3- Sabes em que consiste o Estatuto do Aluno?

4- Achas que está feito para benefício dos alunos?

5- O que pensas que está mal?

6- Tens conhecimento do Despacho?

7- Na tua opinião, achas que vale a pena fazer uma prova pelas faltas justificadas, mesmo não contando para reprovar de ano e tendo adquirido todos os conhecimentos?

8- Como aluno, achas que um professor aos 60 anos de idade tem o mesmo dinamismo para dar aulas que um professor mais jovem?



( Para responder aos Inquéritos faça um comentário na respectiva publicação, com o número da pergunta e a resposta. Exemplo: idade- ... , sexo- ... ; 1- ... ; etc)

O regresso

Durante o período de férias, não participámos nas actualizações do blog.
Com o regresso ás aulas nós voltamos também!


Esperamos que neste período lectivo haja mais participação !


Com os melhores cumprimentos:

CDDIR, 9ºB

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Ministra já admite substituir modelo


Ministra já admite substituir modelo. A ministra da Educação admitiu ontem pela primeira vez a substituição do modelo de avaliação dos professores mas só no próximo ano lectivo e depois de ser aplicado este ano. A Oposição criticou a contradição da proposta, enquanto os sindicatos pedem para reunir com a ministra.


'Uma vez iniciada este ano uma avaliação séria dos professores, estarei totalmente aberta à discussão de alterações a este modelo e até à sua substituição por outro melhor, mas em anos seguintes, não neste. O modelo pode ser corrigido mas primeiro tem de ser aplicado', disse Maria de Lurdes Rodrigues, na Assembleia da República, num discurso muito aplaudido pelos deputados do PS, durante o debate de urgência sobre avaliação pedido pelo Bloco de Esquerda (BE).


A Oposição considerou a posição da ministra contraditória. 'Como pode defender este modelo com unhas e dentes e, ao mesmo tempo, afiançar que está disponível para o substituir?

Não se pode querer uma coisa e o seu contrário', disse Cecília Honório (BE). Já o CDS-PP falou em absurdo. 'Pretender aplicar um modelo para depois o substituir é um verdadeiro absurdo. Estamos a perder tempo e seria melhor ter humildade e deixar que o primeiro-ministro tente chegar a um acordo', afirmou Diogo Feio do CDS-PP.


À saída do debate, confrontada pelo CM se fazia sentido aplicar um modelo este ano que pode ser substituído no próximo, a ministra retorquiu assim: 'Fui mais longe, dizendo que se pode substituir o modelo, para provar que não tenho preconceitos em relação a modelos de avaliação'.


Todos os partidos da Oposição apresentaram moções pela suspensão do modelo que deverão ser hoje rejeitadas pela maioria socialista.

Episodio 200 - O que vai mudar nas escolas?

Neste programa (Sociedade Civil):

Com tantos avanços e recuos do Ministério da Educação e dos representantes dos professores e dos alunos/pais, afinal o que é que vai mudar nas escolas portuguesas em 2009?
Neste início de Dezembro, entre os últimos testes e o início das férias, é da mais absoluta importância fazer um ponto de situação e explicar aos portugueses o que é que podem esperar do sistema de ensino. Será que o “braço de ferro” entre Ministério de Educação e professores acaba?
O que pensam os professores, os alunos e os pais destas medidas?
As vozes da sociedade civil irão clarificar e avaliar este processo.
Deixamos aqui o link onde poderá aceder ao episódio, porque de momento o site não estava a funcionar bem. Vale a pena ver!

Comentários.

Quem quiser comentar o nosso blog já o pode fazer! Houve um erro nas definições, agora já pode comentar toda a gente.

Cumprimentos,
CDDIR

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

"O modelo já deixou de existir”

As novas medidas de simplificação da avaliação são sinal de desespero, considera Mário Nogueira. "O Ministério da Educação (ME) está a fazer isto em desespero de causa; já percebeu que este é um modelo que não funciona, mas não quer dar o braço a torcer. O modelo já deixou de existir. Por isso, o único caminho é a suspensão", disse ao CM o líder da Fenprof.

O Governo propôs que os docentes que prescindirem de chegar às notas máximas (‘Muito Bom’ e ‘Excelente’) não sejam avaliados na componente pedagógica. "Em vez de se dispensar a parte administrativa dispensa-se a pedagógica, que é a essência da profissão", critica Nogueira, para quem "o pagamento de horas extras não resolve o problema da sobrecarga horária".

"A NOSSA LUTA VAI ENDURECER"
"A nossa luta vai endurecer. Nem o frio verga os professores, estão cada vez mais unidos em travar as intenções da senhora ministra".

"manobras" que o ME "tem vindo a fazer" para tentar "confundir a opinião pública e os professores".

"ESTAS MEDIDAS AINDA AGRAVAM O PROBLEMA" (Carlos Chagas - FENEI/SINDEP)
Estas medidas ainda agravam o problema, como na avaliação dos directores, e têm irregularidades: a lei determina que os directores têm de ser avaliados ao abrigo da Carreira Docente.
"NÃO RESOLVE AS QUESTÕES ESSENCIAIS" (João Dias da Silva, FNE)
São medidas que não resolvem as questões essenciais do modelo e do seu carácter injusto porque mantêm o Estatuto da Carreira Docente e as quotas. Por isso, não estamos de acordo.

"ESTE MODELO TROUXE MAU CLIMA ÀS ESCOLAS" (Maria José Viceu - CNIPE, Ass. Pais)
Este modelo de avaliação trouxe um clima totalmente diferente e mau às escolas. Os professores mais dinâmicos, com imensos projectos, estão a deixar isso de lado. Preocupa-me também que passe a haver excesso de subordinação dos directores face à tutela.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Inquéritos: Professores

Idade:___ Sexo:______

1- Há quanto tempo é professor(a)?

2- Concorda com o sistema de marcação de faltas aos Professores? O que considera que está errado?

3- Acha que o sistema de marcação de faltas aos professores prejudica o ensino?

4- Está de acordo que as suas aulas e a dos seus colegas sejam assistidas?

5- Acha que o novo Estatuto do Aluno está feito para benefício dos mesmos, ou pelo contrário, leva a criar um espírito de irresponsabilidade nos alunos?

6- Acha que faz sentido a realização de uma prova de recuperação mesmo quando o aluno apesar de ultrapassar o número de faltas injustificadas, atingiu todos os objectivos propostos?

7- Como acha que será a sua disposição psicofisiológica a leccionar com 65 anos de idade?

8- Concorda com o sistema de quotas para a evolução na carreira?


( Para responder aos Inquéritos faça um comentário na respectiva publicação, com o número da pergunta e a resposta. Exemplo: idade- ... , sexo- ... ; 1- ... ; etc)

Despacho

Considerando que a adaptação dos regulamentos internos das escolas ao disposto no estatuto do aluno nem sempre respeitou o espírito da Lei, permitindo dúvidas nos alunos e nos pais a cerca das consequências das faltas justificadas designadamente por doença ou outro motivos similares

Considerando que o regime de faltas estabelecido no estatuto visa sobretudo criar condições para que os alunos recuperem eventuais défices de aprendizagem decorrentes nas ausências à escola nos casos justificados

Tendo em vista clarificar os termos de aplicação do disposto do Estatuto do Aluno, determino o seguinte:

1- Das faltas justificadas, designadamente por doença, ou não podem decorrer a aplicação de qualquer medida disciplinar correctiva ou sancionatória.

2- A Prova de recuperação a aplicar na sequência de faltas justificadas tem como objectivo exclusivamente diagnosticar as necessidades de apoio tendo em vista a recuperação da eventual défice das aprendizagens.

3- Assim sendo, a prova de recuperação não pode ter natureza de um exame, devendo ter um formato e um procedimento simplificado, podendo ter uma forma escrita ou oral, pratica ou entrevista.

4- A Prova referida é de exclusiva responsabilidade do professor titular de turma, do primeiro ciclo, ou do professor que lecciona a disciplina em causa, nos restantes ciclos e níveis de ensino.

5- Da prova recuperação realizada na sequência das três semanas de faltas justificadas não pode decorrer a retenção, exclusão ou qualquer outra penalização para o aluno, apenas medidas de apoio ao estudo e a recuperação de aprendizagens, sem prejuízo da restante avaliação.
6- As escolas devem adaptar de imediato os seus regulamentos internos ao disposto no presente despacho, competindo as direcções regionais de educação a verificação destes procedimentos.

7- O Presente despacho produz efeitos a partir do dia seguinte a data da sua assinatura.
Lisboa, 16 de Novembro de 2008 (Ministra de educação, Maria de Lurdes Rodrigues).

Pais satisfeitos com explicação(?!)

A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) mostrou-se esta segunda-feira satisfeita com o despacho da ministra da Educação sobre o regime de faltas dos alunos. Todavia, lamentou a "falta de capacidade" de algumas escolas para interpretar o Estatuto do Aluno nesta matéria.

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, assinou ontem um despacho, que entra hoje em vigor, a clarificar "de uma vez por todas" o regime de faltas e a desobrigar os alunos com faltas justificadas à realização de uma prova suplementar.

O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, sublinhou já que o despacho obriga ainda as escolas, cujo regulamento interno não seja explícito sobre o regime de faltas do Estatuto do Aluno, a adaptá-lo às novas normas, para que os alunos não sejam obrigados a realizar qualquer prova suplementar.

De acordo com o presidente da Confap, Albino Almeida, algumas escolas não estão a ser capazes, no quadro de autonomia, de regulamentar a nova lei. “Infelizmente algumas escolas não tiveram capacidade de fazer uma interpretação daquilo que são faltas justificas por doença ou por outras actividades, como alunos que estejam a praticar desporto em representação do País", realçou.

Albino Almeida afirma lamenta que haja escolas que necessitem das "muletas ou das indicações da tutela para fazerem algo que naturalmente se percebia que estava mal feito e que deviam ter feito no quadro da sua autonomia, envolvendo os estudantes".





in correio da manhã

"Mas este senhor é burro ou foi comprado pela tutela? Desde quando é que um despacho anula uma lei?
Mais areia para os olhos...''


''O Estatuto do Aluno é claro. Todas as faltas, idependentemente da natureza, contam. Ninguém interpretou mal...''

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Governo escuta, os estudantes estão em luta!

Hoje chegaram até à E B 2,3/S de Nisa, as manifestações contra o Estatuto do Aluno, entre outros. Das 8h30 às 13h30 viveu se um espírito de equipa e união por uma causa que nos toca a todos. Nem os professores faltaram! Connosco estiveram, a animar, alguns estudantes que tocam nos bombos. E toda a manhã não nos faltou animação, nem a voz para gritar algumas das palavras de ordem:
"A luta continua, estudantes estão na rua!"
"Educação Sexual-é essencial!"
"Governo escuta, os estudantes estão em luta!"
"A educação é um direito-sem ela nada feito!"
"P'ró Sócrates piar fininho, só a luta é o caminho!"
"O Estatuto está mal, é um código penal!"
"Estudantes unidos jamais serão vencidos!" (esperemos), entre outras.
O Correio da Manhã esteve lá, por isso não percam a próxima edição.
A associação de estudantes também esteve muito bem, sempre a animar!
Com os melhores cumprimentos,
CDDIR .

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Educação/Manif: Milhares de professores enchem o Terreiro do Paço

08 de Novembro de 2008, 15:38
Lisboa, 08 Nov (Lusa) - Milhares de professores vindos de todo o país enchem já o Terreiro do paço em Lisboa, numa manifestação para exigir a suspensão do modelo de avaliação de desempenho proposto pelo governo.
Cerca das 15:00, a Praça do Comércio já estava praticamente cheia, apesar de centenas de docentes se encontrarem ainda nas ruas adjacentes e de dezenas de autocarros com professores continuarem a caminho da capital.
Oriundos de todo o país, muitos professores envergam camisetas pretas exigindo "Respeito" e apelando ao governo para os deixar trabalhar "sem burocracias".
"Desilusão", "desânimo", "revolta" e "falta de esperança no futuro" são as palavras mais proferidas pelos docentes para descrever o actual ambiente o ambiente vivido nos estabelecimentos de ensino.
"Noto que já ninguém trabalha com alegria. A burocracia é tanta, já não temos tempo para nos dedicarmos aos alunos, que é a nossa missão principal., Por isso viemos aqui pedir que nos deixem ser professores", disse à Lusa Conceição Guimarães, educadora de infância no Porto, há 32 Anos.
Entre os milhares de pessoas que enchem o Terreiro do Paço estão igualmente familiares de docentes que associaram-se ao processo para apoiar a contestação ao modelo de avaliação de desempenho.
"Sou pai e avô de professores e vim hoje de propósito de Esposende para ajudar os meus familiares e dizer ao país que os professores estão a ser maltratados", disse Franquelim Fernandes, 85 anos.
Professores de todo o país estão hoje a manifestar-se em Lisboa contra o modelo de avaliação de desempenho, contestando também o diploma de concursos de colocação de docentes e o novo regime de gestão e administração escolar, num protesto convocado por todos os sindicatos do sector.
JPA
Lusa/Fim

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

“Está na hora de a ministra ir embora”

"Está na hora, está na hora, de a ministra ir embora." Foi esta a principal palavra de ordem entoada ontem em Lisboa por cerca de 1500 estudantes, que se concentraram junto ao Ministério da Educação, em protesto contra a política educativa do Governo, em especial o novo Estatuto do Aluno.
'Foi um dia de luta histórico como não se via há dois anos, 30 mil alunos de 200 escolas de todo o País estiveram nas ruas em protesto', disse ao CM Luís Baptista, porta-voz da Plataforma Estudantil. Em Almada, cerca de 1200 alunos protestaram em frente à Câmara e, no Barreiro, a manifestação envolveu cerca de 1300 estudantes.

O aspecto mais criticado pelos alunos é o novo regime de faltas. 'É injusto ter de fazer exames e arriscar a reprovação, mesmo quando se falte por estar doente', criticava Daniela Magalhães, de 16 anos, aluna do 11º ano em Rio de Mouro.
O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, desvalorizou os protestos: 'Não é significativo, as escolas estão a funcionar normalmente.'

Lemos afirmou que "as medidas disciplinares ou correctivas" só se aplicam quando as faltas são injustificadas.

Valter Lemos frisou que 'as faltas deixaram de ser um direito e a assiduidade é um dever'. E falou em 'manipulação de estudantes por organizações políticas', depois de a JS ter anteontem acusado a JCP de estar por detrás do protesto.




in correio da manhã.
Com este governo tem de ser assim, manifestações para a frente! :)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Saudade.

O ideia deste trabalho vem das conversas que a nossa professora de Francês teve connosco, e da forma como nos esclareceu para muitos pormenores no novo sistema de faltas, e como nos alertou a todos. Também as entrevistas já desde inicio foram feitas a pensar que seria a professora a primeira a responder-lhes. Nem chegámos a dizer-lhe isso. Este post é sobretudo para lhe dizer que sentimos muitas saudades suas, e que todos nós queremos a nossa amiga e professora de volta. Para a professora Teresa Reis, todos nós do 9ºB lhe desejamos umas rápidas melhoras.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O nosso blog

A ideia deste trabalho começou numa aula de área de projecto. Consiste em explorar a nova legislação das faltas, procurando e analisando as opiniões das pessoas (professores, alunos, encarregados de educação), e manifestarmo-nos contra elas.
Pretendemos realizar entrevistas a professores, alunos e encarregados de educação, que escolheremos ao acaso, e colocar as mesmas aqui no blog para quem se quiser juntar a nós dando a sua opinião. Mais à frente, feitas as entrevistas faremos uma análise dos resultados, os quais também publicaremos no blog.
Já para o final, faremos com que a ministra da educação seja informada dos nossos resultados.

SEJA CONTRA OU A FAVOR, DÊ-NOS A SUA OPINIÃO! MANIFESTE-SE E JUNTE-SE A NÓS!

Com os melhores cumprimentos,
CDDIR - 9ºB.